Osteopatia e Fisioterapia Manipulativa

10 Motivos para estudar na EBRAFIM

1 – Curso reconhecido e recomendado pela ABRAFIM, vinculada a AFB que é reconhecida pela WCPT (internacional).

 

2 – Certificação como Formação Profissional e Especialização lato sensu.

 

3 – Corpo docente qualificado: Doutores, Mestres e Especialistas com experiência clínica e acadêmica.

 

4 – Integralização da formação em dois anos, conforme resolução 220 do COFFITO e carga horária compatível com “Índices de referência para o treinamento em Osteopatia” para profissionais de Fisioterapia, publicado em 2010, pela da Organização Mundial de Saúde (OMS)

 

5 – Reposição de aulas gratuita, em qualquer unidade da EBRAFIM no Brasil.

 

6 – Parceria com a Revista Brasileira de Fisioterapia Manipulativa.    

 

7 – Material didático com  apostilas, vídeos das técnicas, modelos anatômicos de coluna vertebral e crânio

 

8 – Programas de Estágio Supervisionado em Osteopatia.

 

9 – Plataforma de estudos complementares em EaD, com videoaulas, casos clínicos, artigos científicos e muito material de apoio ao aluno.

 

10 – Apoio aos atendimentos do aluno por prontuário eletrônico, com supervisão dos professores do curso.

 

 

HISTÓRIA E LEGISLAÇÃO

 

A Osteopatia nasceu como uma especialidade médica e com o passar do tempo ganhou autonomia de curso superior em vários países. No Brasil, para poder fortalecer e fiscalizar seu exercício foi reconhecida como especialidade do Fisioterapeuta, pela RESOLUÇÃO Nº. 220, DE 23 DE MAIO DE 2001 e RESOLUÇÃO Nº. 398, DE 03 DE OUTUBRO DE 2011.  

 

Em cada país existe uma regulamentação diferente sobre o ensino e exercício da Osteopatia, abaixo algumas considerações: 

 

1 - O Título de D.O. em Osteopatia, significa Diplomado em Osteopatia (algumas pessoas confundem com Doutorado). No Brasil não tem validade como título profissional ou acadêmico, além disso segue padrões diferentes conforme a Associação ou entidade que o confere.

 

2 – Em documento publicado na Biblioteca da Organização Mundial de Saúde, “Índices de referência para o treinamento em Osteopatia” (tradução Nº 73386A10), ISBVN 978924159966.5 – (Classificação NLM: WB 940) - Organização Mundial da Saúde, 2010 (https://goo.gl/kURmPx),   são discutidos pontos importantes para ensino em Osteopatia. Sobre os tópicos seguem alguns apontamentos:

 

a) O tópico 2.4 (pag. 33), abre a possibilidade de uma adaptação no ensino a profissionais de outras áreas de saúde, com uma carga horária de 1.000 horas, desde que mantenha todos os conteúdos exigidos para um curso de graduação em Osteopatia e conforme o conhecimento e formação anterior de cada aluno. 

b) A Osteopatia em Portugal, desde 2015, é um curso superior de 4 anos com o grau de Licenciatura, devido à Lei 71/2013, que veio regulamentar a Terapias Não Convencionais, regulamentada pela Portaria 207-B/2014 de 8 de outubro. Considerando que vários profissionais buscam aprender Osteopatia, mas já tem alguma formação anterior em Saúde, os cursos oferecidos pela (http://itsaude.com.pt/) são divididos em duas modalidades:

 

A) Licenciatura em Osteopatia (4 anos de duração): https://goo.gl/MSi6A9

B) Especialização em Osteopatia (11 meses de Duração): https://goo.gl/dSts8w.       

 

3 – O Registro Brasileiro de Osteopatas, é uma sociedade civil com objetivo de transformar a Osteopatia em Profissão, portanto desvincular da Fisioterapia. A EBRAFIM é contra esta mudança e apoia a posição do COFFITO em mate-la como especialidade da Fisioterapia. Acreditamos que o crescimento da Osteopatia no Brasil, pode ser maior ligado à Fisioterapia, considerando que tem o “movimento”, como seu principal objeto de estudo.

 

4 - Em 2012, o COFFITO definiu critérios para o reconhecimento de especialidades em Fisioterapia (Clique aqui), incluindo a Osteopatia. No edital de inscrições o pré-requisito exigido foi de 2 anos de inscrição profissional (Clique aqui), (clique aqui).

 

5 - Os títulos Lato Sensu (RESOLUÇÃO N° 1, DE 8 DE JUNHO DE 2007) ainda são os mais procurados para comprovação de especialização, pois são aceitos como Título Acadêmico e podem contar pontos em provas de concursos públicos (quando isto é previsto no edital). 

 

6 - Recentemente o TRF4 reconhece a Osteopatia como especialidade do Fisioterapeuta, o que fortalece o exercício deste trabalho, além das Resoluções do Conselho Federal de Fisioterapia (clique aqui).    

 

7 - A Osteopatia aparece na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), pelo código 2261-10. Importante destacar que este órgão serve como instrumento gerencial em estâncias administrativas e de governo, para enquadrar o indivíduo em determinada atividade.  O fato de uma atividade aparecer na CBO não confere a esta status de profissão, pois uma profissão só pode ser criada por lei aprovada no congresso nacional e sancionada pelo presidente.

 

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